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quinta-feira, 23 de abril de 2009

Título da História

Se alguém tiver uma idéia de título eu to aceitando sugestões

botem os títulos nos comentários desse post :)

e continuem comentando os caps =D

Capitulo 3

Belle e Dmitri saíram de casa dez minutos após o pôr-do-sol, Belle vestia uma blusa vermelha com um enorme decote que deixava boa parte de seus seios à vista, também usava uma calça de couro bem justa, era o suficiente, ganhava suas vitimas pelos olhos.

Dmitri ao contrário de sua companheira não possuía nenhum atrativo físico, tinha uma cicatriz que começava no canto esquerdo da sobrancelha esquerda e terminava no queixo, essa cicatriz, feita ainda na época em que era humano tudo isso por causa de uma discussão numa taberna. Dmitri vestia uma camiseta preta e uma bermuda jeans, provavelmente a primeira roupa que encontrou pela frente.

Os dois caminhavam em direção a uma casa noturna, onde Belle ficaria. Devido a velocidade que caminhavam o cabelo de ambos balançava ao ritmo do vento. Belle possuía longos cabelos ruivos, com um leve cacheado quase imperceptível, já Dmitri tinha um cabelo comprido para um homem, seus fios negros chegavam a tocar-lhe o ombro, deixando um ar macabro, devido a tonalidade extremamente escura de seus cabelos.

Ao chegarem na casa, Belle entrou, despediu-se de Dmitri com um beijo no rosto, sabia que ele não a acompanhava, ele preferia limpar as ruas, considerava-se justo, nunca matava pai de família, mulher grávida, idosos, deficientes e crianças. Tinha preferência por prostitutas, traficantes e bandidos em geral, assim sentia-se satisfeito, matava sua sede e fazia um bem à sociedade.

Assim que ficou fora do campo de visão dos humanos em frente a casa noturna, pulou para cima de uma casa e se tornou apenas mas uma sombra na escuridão.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Capítulo 2

- Dmitri? onde está o Eduard?

- Provavelmente no inferno - respondeu sem dar importância - Porque a preocupação?

- Você não o deixou ser pego? Logo na primeira noite Dmitri? - reclamava Belle aproximando se do vampiro.

- Ele fugiu, não me obedeceu, sabe que ele devia me esperar, eu apenas fui atrás para ver como ele reagiria sozinho.

- Por que não matou o caçador? Já cansou de matá-los? quantos já matou? trinta? - perguntava ela.

- Vinte e Sete, bebi o sangue de quinze e transformei dois – vangloriou-se.

- Custava chegar a vinte e oito? Você o transformou, era sua responsabilidade.

- Seria fácil, sabe que gosto de diversão.

- A diversão um dia lhe matará! – advertiu a vampira – Estou com sede, escurecerá em uma hora, não gosto de discutir com você, se apronte sairemos quinze minutos após escurecer. – disse saindo do quarto a passos largos, deixando no quarto seu ar misterioso e seu perfume assassino.

Dmitri sabia que Belle se apegava facilmente aos novatos, sabia que ela era uma assassina, assim como ele, só que diferente dele, não atacava a vítima, ela atraia, usava sua beleza fora do comum para atrair os homens, os levava para um local distante e os matava. Eram máquinas de matar, movidas a sangue! Muito sangue!

domingo, 12 de abril de 2009

capitulo 1

Ele olhou a sua volta e tudo que pode ver foi uma porta, provavelmente de aço, mesmo com sua força sobre-humana a porta não se movia 1 centímetro, devia ter ouvido Dmitri, ele sempre lhe avisou que a primeira caçada tinha de ir com alguém experiente.

Se Levantou decidido a continuar tentando por a porta abaixo, sabia que estava em um grande poço, acima de sua cabeça havia uma grade, feita do mesmo material que a porta, pois possuía o mesmo brilho, não haviam janelas, assim como em sua casa, mas diferente de lá, não havia Dmitri, não havia Belle, não havia ninguém, não havia saída.

-- Me deixa sair, caralho! – gritava esmurrando a porta – Me deixa sair.

Quando já estava cansado de lutar contra a porta, os primeiros raios de sol entraram no poço, começaram a iluminar os enormes blocos que lá havia, quando o sol reluziu na porta, que ele percebeu, era prata, nunca destruiria aquela porta, percebeu também que não seria destruído. Sentiu uma dor dilacerante em sua pele, não durou muito, após pouco tempo, tudo que restou foi pó.

sábado, 11 de abril de 2009

Prólogo

Esqueça tudo que você já aprendeu sobre vampiros. Vampiros não se transformam em morcegos; vampiros não voam, embora eles pulem incrívelmente alto quando estão correndo. Água Benta funciona, caso você esteja com sede. Cruzes só funcionariam se fossem de prata e teria de cortar eles com a cruz, portanto a cruz não é viável. Estacas não servem pra absolutamente nada. Alho, claro, o alho pode funcionar, se você mastigar muito alho e falar de frente com um vampiros, pode matá-lo, aliás, isso também deve funcionar com humanos e animais.

Prata, sol e sede. Essas são as únicas maneiras de se matar um vampiro, a sede só mata depois de 3 dias, mas eu não recomendaria matar um vampiro com a sede. Prata, uma ferida causada por prata não cicatriza, eles não tem a menor chance contra prata, se num duelo contra um vampiro você cortar fora um braço dele, o braço não nascerá de novo, não se esqueça, são vampiros e não lagartixas. O sol, esse sim é o verdadeiro inimigo de um vampiro, não tem como um vampiro sobreviver num duelo contra o sol, eles aguentam no máximo dois minutos, a grande maioria menos.

Eles estão por toda a parte, não há caçadores que vivam mais de dois meses, não existe Buffy, nao existe Blade, não existe Van Helsing.

Eles estão aqui e não tem como escapar.

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